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TRABALHO INFANTIL DOMÉSTICO: o lado oculto da exploração de mão-de-obra infanto-juvenil

AUTORA: MARIA LUIZA NOBRE LAMARÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – UFPA

RESUMO: Este artigo apresenta um panorama da exploração de crianças e adolescentes pela realização de trabalho doméstico em Belém, no âmbito de um projeto de combate ao Trabalho Infantil Doméstico executado pelo CEDECA EMAUS e parceiros locais e internacionais. Os dados apresentados revelam o lado oculto dessa exploração ocorrida em casa de terceiros – a violência física, psicológica e sexual, os prejuízos causados pelo exercício do trabalho precoce – doenças, baixa auto-estima, baixa escolaridade, dificuldade de socialização para o mercado de trabalho e, a situação sócio-econômica das famílias das crianças e adolescentes envolvidas. Aponta a necessidade urgente de reflexão sobre a (des) naturalização do trabalho doméstico como atividade laboral própria de mulheres, neste caso, crianças e adolescentes.

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Cartilha fomenta a reflexão sobre a responsabilidade dos veículos de comunicação junto a crianças e adolescentes

A Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi) e a Rede Andi Brasil lançam a cartilha “Infância e Comunicação: Uma agenda para o Brasil”. Em uma ação conjunta entre representantes governamentais, organizações da sociedade civil, especialistas e o Ministério Público Federal, foi estabelecida uma agenda comum de temas a serem tratados na 1ª Conferência Nacional de Comunicação e na 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que aconteceu em dezembro deste ano, em Brasília. O material, que conta com o apoio da Fundação Itaú e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), foi elaborado a partir da constatação sobre a necessidade de desenvolver um sistema de mídia que promova e proteja os direitos de meninos e meninas. Assim, foram formulados dez pontos fundamentais que possam contribuir para o fomento da reflexão sobre a responsabilidade dos veículos de comunicação junto ao público infanto-juvenil. Entre eles, há aspectos de estímulo aos benefícios da relação com a mídia e de proteção aos possíveis impactos negativos. A regulação do setor por parte do Estado é tida como instrumento fundamental na garantia da qualidade da informação disponível a crianças e adolescentes. A política de classificação indicativa, as ações de educação para a mídia, o incentivo à programação instrutiva e diversificada e a influência da publicidade também estão entre os assuntos abordados. Como se encontram em uma fase de transição do desenvolvimento físico e psíquico, as políticas públicas que tocam na interface entre a infância e mídia precisam ser cada vez mais aprimoradas. Dessa forma, a cartilha “Infância e Comunicação: Uma agenda para o Brasil” busca promover a conscientização da sociedade sobre a importância dos conteúdos midiáticos na formação de meninos e meninas. O material será distribuído durante as conferências entre as principais instituições que atuam nas áreas da comunicação e da promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, mas pode ser baixado nos sites das organizações. Para baixar: http://www.andi.org.br/_pdfs/infan cia_comunicacao.pdf Fonte: Andi

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Radionovelas Educativas: na difusão de uma cultura de enfrentamento da violência sexual da criança e do adolescente

AUTORA: MARIA EUGENIA MOREIRA DE MELO INSTITUIÇÃO DE ENSINO: UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA – UNAMA RESUMO: Este artigo tem como objetivo analisar os resultados alcançados nas mediações de diálogos acerca da difusão da cultura de direitos no enfrentamento da violência sexual de crianças e adolescentes, por meio da utilização do kit de radionovelas educativas produzido pelo Centro Artístico Cultural Belém Amazônia – Rádio Margarida, em Belém do Pará. O presente texto pretende pontuar algumas questões sobre violência sexual de crianças e adolescentes, bem como trabalhar questões sobre educação e o compromisso de educadores no enfrentamento da violência sexual de crianças e adolescentes. Não tem, no entanto, a pretensão de esgotar a discussão dada à complexidade na qual a temática está inserida. Na pesquisa, os educadores destacaram a importância da tecnologia para se trabalhar não apenas com crianças e adolescentes, mas com as famílias e a comunidade. Concluiu-se que a maioria dos educadores entrevistados considera a experiência positiva, tendo em vista os resultados qualitativos alcançados com o trabalho desenvolvido. Clique no link abaixo para ler o artigo Artigo- Radionovelas Educativas: na difusão de uma cultura de enfrentamento da violência sexual da criança e do adolescente

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RADIONOVELA E RESPONSABILIDADE SOCIAL – ESTUDO DE CASO: RÁDIO MARGARIDA E A INTERVENÇÃO NOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO PARÁ

ANO: BELÉM/2009 Continuar lendo RADIONOVELA E RESPONSABILIDADE SOCIAL – ESTUDO DE CASO: RÁDIO MARGARIDA E A INTERVENÇÃO NOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO PARÁ

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Programa Global de Enfrentamento da Violência Sexual: Pesquisadores apresentam primeiros resultados

O programa Child Protection Partnership (Parceria para a Proteção da Criança e do Adolescente), de combate aos crimes sexuais cometidos com a utilização das novas tecnologias, já rendeu os primeiros frutos. Desenvolvido em parceria por organizações do Canadá e do Brasil, o projeto, que começou a ser implantado este ano, no Brasil e na Tailândia, está ouvindo cerca de 350 crianças brasileiras para saber como elas utilizam a internet, o quanto estão expostas a ações de abusadores e quais são as suas sugestões para a promoção do uso ético e seguro da rede mundial de computadores. Com apoio de organizações como o UNICEF, a Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional, a Microsoft, o Instituto WCF e a ONG Safernet Brasil (de prevenção e combate aos crimes cibernéticos), o programa está atuando no Maranhão, em São Paulo e em Santo André, ouvindo meninos e meninas em situação de vulnerabilidade. A ideia é investir principalmente na prevenção, a partir da contribuição das próprias crianças. Elas participarão de todas as etapas do projeto, inclusive da fase de elaboração de propostas e execução dessas ações. Os coordenadores do projeto deverão apresentar, no próximo ano, um conjunto de proposições para tentar melhorar a legislação em torno do assunto. A intenção do projeto, que em 2010 será expandido para outros estados brasileiros, é trabalhar em vários setores, coordenadamente, para enfrentar com mais rigor os crimes sexuais cometidos com a ajuda da internet. A iniciativa está sendo desenvolvida, aqui no Brasil, em parceria com ONGs, governos em suas três instâncias, Polícia Federal, Ministério Público e instituições como a Associação Brasileira de Magistrados, Promotores e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP). O programa quer, também, criar um núcleo de políticos internacionais engajados nessa causa para que aumentem seu poder de influência perante os governos e sociedades e, dessa forma, ajudem na tarefa de melhorar as políticas públicas de prevenção e enfrentamento da questão. O projeto prevê ações educativas nas escolas e no sistema de saúde e pretende envolver, em médio prazo, todo o Sistema de Garantia de Direitos da Infância e da Adolescência na missão de prevenir e combater esses crimes. Fonte: SOS Criança e Adolescente Quer saber mais sobre os perigos da Internet, assista ao vídeo Perigos da Internet e ouça o spot Cuidados na Internet.