Como o desmatamento pode comprometer as florestas e a vida humana na Amazônia

Recentemente, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou os dados sobre o desmatamento na Amazônia, que mostra que a taxa de 2021 é a maior em 15 anos.

De agosto de 2020 a julho de 2021, foram desmatados 13.235 km², um aumento de 22% em relação ao período anterior.

Um estudo publicado pela Fiocruz indica que existe um limite de desmatamento da Amazônia que impactará a sobrevivência da espécie humana. Esse limite traz uma consequência grave para a nossa saúde: deixará, até 2100, mais de 11 milhões de pessoas da região Norte do Brasil expostas ao risco extremo de estresse térmico, quando teremos atingido os limites de adaptação fisiológica do corpo humano devido ao desmatamento.

Confira o alerta que o nosso personagem Mestre Birico nos traz:

A savanização, em si, não pode ser associada com desmatamento e degradação ambiental. As savanas são ecossistemas muito ricos, a exemplo do Cerrado brasileiro, que abriga 5% de todas as espécies no mundo e 30% das espécies do país.

O fenômeno que alguns cientistas denominam de savanização da Amazônia, porém, é considerado prejudicial não só pela mudança do tipo de vegetação provocada pela perda das florestas, mas porque essa mudança afetará consideravelmente o clima dessa região e terá influência no clima em outras regiões do país e do mundo.

E, para alguns cientistas, já temos em alguns locais da Amazônia um ponto de não retorno, quando a floresta já não possui mais a capacidade de se recuperar.  Saiba mais aqui.

 

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