Movimento de Emaús precisa da sua colaboração

Movimento de EMAÚS  completa 50 anos em 2020. O trabalho que o Movimento desenvolve em Belém do Pará está diretamente ligado à defesa, garantia e promoção dos direitos de crianças e adolescentes, com duas frentes de trabalho: o Centro de Defesa e a República do Pequeno Vendedor. Hoje, são atendidas aproximadamente 800 crianças e adolescentes nas atividades de arte-educação e de promoção ao trabalho,  visando uma formação cidadã.

Em entrevista ao Portal Rádio Margarida, a coordenadora do Emaús, Cleice Maciel, falou das dificuldades financeiras que o Movimento enfrenta nesse período de pandemia. Segundo a coordenadora, hoje, embora o atendimento esteja interrompido, o Movimento conta com 36 profissionais fixos que são pagos com recursos próprios, que dependem desse salário. “Nós temos as contas de luz, de internet, telefone e todos os benefícios que os profissionais têm garantido”, informou Cleice.

A diminuição nas arrecadações foi brusca nesse período de pandemia, seja nas vendas da lojinha do Emaús, seja nas doações financeiras. A coordenadora explicou que “as pessoas acham que uma instituição como o Emaús precisa apenas de alimento e doação de material, que isso já garante sua sobrevivência. Na verdade, a gente precisa de um recurso financeiro para dar conta do quadro de profissionais”, explica. Neste sentido, a entidade conta com diversos profissionais das áreas da assistência social, pedagogia, arte, bem como, para a manutenção e limpeza dos espaços, para que ocorram as atividades com as crianças e adolescentes e suas famílias.

 

 

COMO AJUDAR

Para continuar suas atividades, o Emaús realiza campanha de arrecadação de recursos que auxilia na manutenção de suas atividades. Segundo Cleice, essa campanha já estava sendo articulada antes, pensando na sobrevivência do Movimento e seus 50 anos. “Nós já estamos enfrentando há algum tempo problemas financeiros e vamos começar essa campanha para poder dar conta desses “50 anos” e fazer uma programação na cidade.  Queremos melhorar a questão de arrecadação, porque já estamos sofrendo com essa questão da diminuição de recursos públicos, da diminuição dos editais para entidades não governamentais”.

Com a pandemia do novo coronavírus, essa situação se agravou para o Movimento, portanto, é necessário intensificar a mobilização de novos colaboradores. Assim, informamos a seguir as formas que você pode auxiliar a entidade:

DOAÇÃO DIRETA

Um apelo de solidariedade e fraternidade, neste momento de crise, aos que acreditam no trabalho da entidade. É um pedido a doação financeira, dentro das possibilidades pessoais, por meio de depósito bancários em uma conta do Movimento República de Emaús. As doações podem ser feitas diretamente em uma das contas abaixo:

Banco do Brasil: Agência: 1686-1 Conta Corrente: 735789-3

Bradesco: Agência: 0024 Conta Corrente: 301121-6

Santander: Agência: 3214 Conta Corrente: 130002365

Caixa: Agência: 1578/003 Conta Corrente: 00000283-7

SÓCIO SOLIDÁRIO

Programa que conta com doadores contínuos para o Movimento. O sócio solidário é voltado para pessoa física, que pode doar mensalmente a partir de R$ 20.  Ao se cadastrar nesse programa, as pessoas recebem boletim com mensagem sobre como estão acontecendo as atividades e podem participar das assembleias do Movimento. Para mais informações, entre em contato nos telefones (91) 3285-7693 (FIXO) / 98938-3797 (TIM) / 99265-1011 (VIVO), ou no e-mail prossol@movimentodeemaus.org

LOJINHA DO EMAÚS

Uma das principais fontes de renda do Movimento é a lojinha com produtos arrecadados na tradicional campanha de Emaús e também durante o ano todo. São doações de eletrodomésticos, roupas, móveis e utensílios que são reformados e revendidos na loja.  O lucro dessa revenda vai para investir no quadro de profissionais da entidade. Você pode fazer suas doações diretamente na sede da entidade: Rua Yamada, 17 – Bengui, Belém, ou entre contato no site da Movimento www.movimentodeemaus.org.

É sério isso? Padre Bruno

Em Julho de 2019, a Rádio Margarida entrevistou o padre Bruno Sechi, coordenador da Comissão Arquidiocesana de Justiça e Paz e fundador do Movimento República do Emaús, numa conversa leve e divertida com o palhaço Claustrofóbico a respeito das perspectivas futuras do Estatuto da Criança e do Adolescente, confira:

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