Como buscar tratamento para o câncer infantojuvenil no Estado do Pará?

Texto: Camila Leal
Edição: Élida Cristo

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, a doença é a que mais mata crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Por outro lado, existe 80% de chance de cura caso seja diagnosticado o mais cedo possível. Por isso, no dia Internacional de Luta contra o Câncer na Infância, trouxemos o passo a passo para atendimento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, localizado em Belém.

 

 

Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo
Endereço: Travessa 14 de Abril, 1394 – São Brás, Belém – PA
Telefone: (91) 3182-4500
Aberto 24 horas

Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna
Endereço: Av. Sérgio Henn, 1364 – Diamantino, Santarém – PA
(93) 2101-0700

 

Esteja atento aos sintomas

É importante ressaltar que, dependendo do tipo de câncer, os sintomas são diferentes e às vezes passam despercebidos pelos responsáveis. No caso da leucemia, a criança se torna mais sujeitas à infecção, pode ter sangramento e sentir dor nos ossos; já no caso do retinoblastoma, há embranquecimento da área dos olhos, chegando a dar estrabismo. Em matéria anterior sobre a temática, abordamos os principais tipos de câncer na infância e seus sintomas (confira aqui). 

Então é importante que o responsável esteja sempre atento aos sintomas e fazendo visitas regulares ao médico. Principalmente porque a manifestação clínica de tumores infantojuvenis é similar às de outras doenças. Segundo a diretora do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, Alba Muniz, muitos casos chegam num estágio avançado e não há o que fazer além de dar os cuidados finais. “O que precisa fazer para chegar mais cedo? Precisa que o indivíduo não tenha medo de falar de câncer. A doença não vai deixar de existir porque nós não pensamos nela. Então precisamos estar atentos aos sinais: se conheço meu filho, meu sobrinho ou meu irmão, e ele está muito abatido, muito entristecido, ele está diferente do que normalmente é, alguma coisa está acontecendo com ele e entre essas coisas pode ser que seja câncer”, afirmou a diretora.

Confira na entrevista com Alba Muniz um pouco mais a respeito da prevenção ao câncer infantojuvenil:

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