Criança é prioridade absoluta

Lançado em 26 de novembro, o novo projeto do Alana quer garantir que meninos e meninas estejam em primeiro lugar nas preocupações da sociedade e do Estado. O projeto tem por base o artigo 227 da Constituição Federal e pretende apontar caminhos para que todos os direitos das crianças sejam garantidos em primeiro lugar. O artigo 227 afirma que: “é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.

O evento de lançamento foi aberto pela presidente do Instituto Alana, Ana Lucia Villela, e incluiu a exibição de um curta metragem dirigido por Estela Renner – O menino que não queria nascer –, a apresentação do escopo do projeto pela diretora do Alana, Isabella Henriques, e uma fala de encerramento conduzida pelo escritor e conselheiro do Instituto, Frei Betto. “É triste saber que a maioria das crianças no mundo nasce na pobreza e na miséria, e elas não escolheram isso. Esse mundo injusto e desigual resulta de uma obra humana, e precisamos assumir a responsabilidade de mudar essa realidade em defesa de uma infância digna”, afirmou. Assista o documentário:

O Prioridade Absoluta foi desenvolvido como uma ferramenta para que todos os cidadãos possam transformar para melhor a realidade da criança brasileira. O projeto começa atuando em quatro eixos temáticos: Espaço Público, Educação, Sistema de garantias e Mídia e Comunicação. Os primeiros temas a serem trabalhados dentro de cada eixo são: ruas de lazer, condições básicas nas escolas, conselhos tutelares e publicidade infantil.

Acesse o site www.prioridadeabsoluta.org.br para conhecer detalhes de cada eixo. Lá você encontra também os passos necessários para realizar cada ação – tudo explicado e embasado na legislação. O projeto compartilha experiências de mobilização e de advocacy, além de modelos de cartas, petições, denúncias, ações judiciais, entre outros, com o intuito de facilitar a atuação da sociedade para exigir do poder público o que é de direto de todas as crianças. Participe e espalhe essa ideia!

Fonte: Projeto Alana

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