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Aliança Francesa apresenta mostra internacional em Belém

Duas culturas diferentes de aldeias de pescadores se encontram através de imagens e objetos em uma exposição que já foi apresentada na África, na França e acaba de chegar ao Brasil.

Rastros de identidades e memórias que unem dois continentes repletos de proximidade e de fragilidade através do olhar fotográfico e plástico de um casal. A Aliança Francesa de Belém apresenta, em parceria com a Secult, no próximo dia 05 de fevereiro, a exposição “Rastros Insulares” que revela o cotidiano de vida rude e precária de duas aldeias de pescadores, submetidas às transformações do mundo moderno.

De um lado São Tomé e Príncipe, no continente africano, do outro a América Latina, mas precisamente no Brasil, perto de Bragança, no Pará. Lugares distintos, mas cheios de similaridades e uma delas é a língua portuguesa.  O trabalho é resultado de memórias fotográficas e de achados dos artistas franceses Philo Fournier e Martine Bordenave, que vivem de forma alternada entre Brasil e África.

A mostra já foi exibida na França, São Tomé e Príncipe, na África e reúne ainda pinturas, esculturas, colagens, cacos de cerâmicas portuguesas dos séculos XVII e XX. Rastros que unem esses dois mundos e retratam um pouco de sua história e cultura.

A exposição Rastros Insulares, tem o apoio da Aliança Francesa de Belém e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (Secult) e do Sistema integrado de museus e memoriais.  Quem assina a curadoria da mostra é Armando Queiroz, diretor do Museu da imagem e do som.

Serviço: A exposição inicia no dia 05 de fevereiro e segue até 3 de março, no Museu da Casa das 11 janelas, no bairro da Cidade Velha.  O horário de visitação é de terça-feira à sexta-feira, aberto de 10h às 18h e finais de semana e feriados das 10h às 14h. Contato: (91) 8024-2311.

(Angélica Nunes / Aliança Francesa)

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