Anvisa publica novas regras para alimentos infantis

Os alimentos para bebês e crianças disponíveis no mercado terão que atender a regras mais rigorosas.  Isso porque a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou recentemente quatro resoluções no Diário Oficial da União que obrigam os fabricantes a atualizarem as características de identidade e qualidade das fórmulas infantis, baseadas em referências internacionais de nutrição. Com a exigência, a gordura hidrogenada e o mel, por exemplo, não poderão mais ser inseridos em produtos para crianças com menos de um ano de vida.

Além disso, os alimentos especiais desenvolvidos para crianças com restrições à proteína ou lactose  terão que se adaptar às novas regras, conforme explica a gerente de produtos específicos da Anvisa, Antônia Aquino. “Ele tem que dizer qual é a característica nutricional: se não tem lactose ou outro nutriente que possa ser limitante, então tem que dizer qual é realmente  o nutriente que a fórmula infantil tenha restrição, ou seja: qual é o nutriente que não está presente”, diz.

Ainda de acordo com a  gerente de produtos específicos da Anvisa, a quantidade de vitaminas e minerais também terá que obedecer as referências internacionais de nutrição infantil: “um exemplo: o ácido fólico: ele tem que ter o mínimo de tanto, e o máximo de tanto, que é o valor seguro, ou seja: o mínimo tem que ter para garantir que aquela fórmula vai atender a necessidade da criança.”

A gerente de produtos específicos da Anvisa, Antônia Aquino, explicou ainda que as novas resoluções estabelecem frases de advertência para os rótulos de alimentos, alertando o consumidor sobre a presença de substâncias que podem trazer riscos á saúde de algumas crianças. Os fabricantes de fórmulas infantis têm 18 meses para se adequarem às regras. Para saber mais sobre as quatro novas resoluções da Anvisa, basta acessar www.anvisa.gov.br

Fonte: Blog da Saúde

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