PAGOA: NOMINAÇÃO, IDENTIDADE E ESTIGMA

AUTORES: MARIA HELENA AOOD LIMA/MARIA LUIZA NOBRE LAMARÃO/RENATA RODRIGUES DE OLIVEIRA. INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – UFPA

RESUMO: As nominações ordenadas, mais que um ato de interação social, são relações de poder simbólico. Uma criança na sua socialização primária aprende que deve ser aquilo pelo qual é referida, chamada, nominada. O que significa ser “Pagoa”, “Santa” “Formiga Morta”, “Neguinha” numa sociedade hierarquizada em bases de poder nas suas diversas configurações (moral, religioso, físico, simbólico, étnico-racial)? Uma vez que o ato de ordenar, nominar tende a afirmar e reafirmar uma localização social determinada o que revela uma identidade atribuída a partir de um lugar específico no mundo. Este artigo apresenta dados obtidos em entrevistas realizadas em 2007 e 2009, com mulheres em idade entre 55 e 90 anos, nascidas em áreas rurais do estado do Pará e Amapá, que sofreram esse processo.

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